A equipe de Dowen investigou como os microorganismos da Kombucha impactam o metabolismo, alimentando-os com o verme nematóide modelo C. elegans.
Os pesquisadores descobriram que leveduras e bactérias colonizam o intestino dos vermes e criam alterações metabólicas semelhantes às que ocorrem durante o jejum.
Os micróbios alteram a expressão dos genes envolvidos no metabolismo da gordura, levando a mais proteínas que decompõem as gorduras e menos proteínas que constroem um tipo de molécula de gordura chamada triglicerídeos.
Em conjunto, estas mudanças reduzem o stock de gordura nos vermes. Os novos resultados fornecem informações sobre como os probióticos presentes na kombucha remodelam o metabolismo numa espécie modelo de verme e oferecem dicas de como estas bactérias podem influenciar o metabolismo humano.